Museu Vivo · desde 2002
O Zoológico
A história, os pilares e os moradores do primeiro zoológico privado de répteis do Brasil.
Nossa história
Uma história construída ao longo de mais de duas décadas
Em 1999, durante uma viagem de trabalho a São Paulo, Silvaney de Medeiros visitou o Instituto Butantã. A experiência despertou a ideia de criar, na Paraíba, um espaço dedicado aos répteis, capaz de aproximar as pessoas desses animais e contribuir para o conhecimento e a educação ambiental.
A iniciativa tomou forma em Puxinanã, no Sítio Grotão, na zona rural do município. O Museu Vivo Répteis da Caatinga está em atividade desde fevereiro de 2002, construindo ao longo dos anos uma trajetória dedicada à visitação, à educação ambiental e à divulgação do conhecimento sobre os répteis.
Atualmente, o Museu está instalado em uma área de aproximadamente 1 hectare, com uma área de visitação composta por mais de 50 recintos, organizados em diferentes setores para apresentar serpentes, lagartos, quelônios e jacarés, incluindo espécies brasileiras de diferentes biomas e animais de outras regiões do mundo.
Além da área aberta à visitação, o complexo conta com setores destinados ao berçário, matrizes e plantel excedente, além de biotério, ambulatório e área de quarentena, estruturas que fazem parte da rotina de manutenção e manejo responsável dos animais.
Mais do que apresentar animais, o Museu busca proporcionar uma experiência de conhecimento, ajudando visitantes de todas as idades a compreender melhor os répteis, superar mitos e preconceitos e desenvolver uma relação de respeito com a fauna.
O que fazemos
Três pilares, um propósito
Conservação
Reprodução de espécies ameaçadas e banco genético de animais que não podem voltar à natureza, via IBAMA, resgates e permutas.
Educação ambiental
Visitas guiadas, palestras e o ônibus educativo nas escolas. São 25 anos desfazendo mitos sobre os répteis.
Pesquisa
Colaboração com instituições como o Instituto Butantan e apoio a estudos da herpetofauna da caatinga.
O acervo
Quem vive aqui
Serpentes da caatinga e do mundo, cascavel, jararaca, muçurana, jiboia, corais, píton‑reticulada, píton‑albina, corn snake, além de jacarés, cágados, jabutis, iguanas, dragão‑barbudo e aves exóticas. Todos os animais são registrados no IBAMA e vivem em recintos adequados, com acompanhamento diário.